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Jesus Cristo, que é o Mestre e o Senhor, disse de si mesmo que não tinha vindo para ser servido, mas para servir. Toda função de governo, de liderança é – deveria ser – de serviço. No meu caso, é óbvio que se trata de um serviço à Igreja e ao Papa, governando essa parte do povo de Deus, que é a prelazia do Opus Dei. Para os membros da Obra, o meu trabalho concretiza-se em garantir que recebam a necessária formação cristã e atendimento pastoral, para facilitar a cada um a santificação própria e a contribuir na evangelização da sociedade, no lugar e situação em que se encontre dentro dela. Isso implica também dar-lhes ânimo e luz, por meio de palavras e por escrito.

Encaro a minha tarefa confiando na ajuda do Céu, pois tenho consciência de que é Deus quem santifica. Por isso, desde o primeiro momento, pedi aos fiéis da prelazia e aos cooperadores que me apoiem com suas orações, e a mesma coisa peço agora às pessoas ligadas ao IESE.

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